domingo, 14 de março de 2021

O bom filho a casa torna!

Nova incorporação no canil.

A Paris da Pedra Mua tinha saido em cachorra, mas derivado às suas qualidades conseguimos que voltasse a casa, ficamos muito felizes com isso, pois será uma grande mais-valia para o nosso projeto.

Agradecemos ao Amigo Simão Louro a oportunidade que nos deu de recuperarmos esta magnífica cadela novamente, bem como enaltecer todo o trabalho que fez com ela, uma cadela com muita Paixão, andamento e estilo.

Paris da Pedra Mua (Gadjet du Gourg D’enfer x Lys de la Vallée du Pairon)

domingo, 7 de março de 2021

Dia de Britânicos.

Dia de treinar britânicos com alguns Amigos, Pointer's e Setter's de Muita qualidade, Campeões do Mundo, Campeões Internacionais, jovens em promessas em ascensão, em terrenos muito bonitos de Primavera que por momentos quase esquecemos esta pandemia que nos assola a todos.

Belos percursos dos cães, muito típicos dentro das suas raças, num dia de sol com pouco vento mas bastante produtivo.


terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

Em dia de Carnaval, treinamos.

Em dia de Carnaval saímos com os cães ao campo, para aproveitar enquanto as Galinholas cá estão, bem cedo já estávamos a soltar os cães no campo, um dia quente e seco, mas o chão molhado e empapado mostrava o quão severo e molhado foi este Inverno.
As espectativas em ver Galinholas não eram grandes, mas vamos sempre com vontade de as procurar, de ver o trabalho dos cães, e isso ninguém nos pode tirar, no final acabámos por ter um lance com uma Galinhola, bem parada mas que acabou por me sair pelas costas de forma barulhenta, foi a única que vimos em toda a manhã.   


 


sábado, 16 de janeiro de 2021

Manhã de Treinos.

Hoje dedicámos a manhã a treinar a equipa, tínhamos vários cães para mexer, Don VV, Poker da Pedra Mua, Tracy del Zagnis, Qapone da Pedra Mua, Joost do Rio Paraná e a Naja da Pedra Mua, eram vários cães para sair, pelo que decidi sair com alguns em parelha e a estrela da companhia, a Naja, acabou mesmo por ficar no banco.

Foi uma manhã engraçada e bem aproveitada, qualquer tempinho para os mais novos saírem para o campo, é de extrema importância e reflete-se no futuro.

O Don proporcionou-nos um lance muito bonito com uma Galinhola, muito bem parada e que nos deixou fazer um belo filme.


segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

Um recital da Naja da Pedra Mua

O frio não era tanto como o que se fez sentir durante toda a semana, hoje teria de inventar, pois não tinha nenhum local que levasse já em mente para caçar, acabei por me decidir à última hora, sem saber se veria alguma Galinhola.

Começámos por uma zona de crença, sem sucesso, o que não era bom auguro, mas longe de mim ou da Naja desistir, continuámos mancha após mancha, até que vi a primeira Galinhola a sair na extrema do couto, longe de mim e ainda mais da cadela, pouco depois a Naja dá com ela, saindo novamente sem me dar hipótese de tiro, novamente a Naja volta a dar com ela numa zona bonita mas fechada, desta vez a sair-me tapada, voltámos ao local onde me tinha saído a primeira vez e ela volta a fazer o mesmo, sai sem que a cadela se aperceba ou sequer estivesse perto, a coisa não estava fácil, a Naja volta a dar com ela novamente perto onde já a tinha parado, um longo período de guias e mostras, a zona demasiado fechada não ajudava, a Galinhola não queria levantar, até que levanta na borda do caminho, tapada por uma mato alto, dou um passo ao lado e vejo a direção para que tinha ido, depressa a Naja faz outra vez tocar o beeper, e desta vez deu-ma de bandeja, dois tiros mal dados, mas largou muitas penas no primeiro tiro, seguiu-se um cobro demorado e complicado, viva tinha andado muito à pata, mas a Naja deu com ela, já não voava, esta tinha sido soada, felizmente correu pelo melhor, são assim estas Galinholas nesta altura, a Naja a dar um verdadeiro recital de bem caçar às Galinholas, deu com esta Galinhola vezes sem conta, fez um trabalho irrepreensível.


Esta pandemia e as medidas de não se poder circular entre concelhos tem-nos limitado a realização de algumas jornadas no couto onde caçamos aos sábados e que fica num outro concelho, desta forma temos caçado bastante menos que em outras épocas, apesar disso, temo-nos divertido com os cães e isso é o mais importante, com um novo confinamento geral iminente, temo que esta tenha sido a ultima Galinhola da época.





domingo, 27 de dezembro de 2020

Obrigado Don!

Don, a caminho dos teus 13 anos, já não fazes uma jornada completa, já não galopas com a velocidade que galopavas, inevitavelmente tens menos oportunidades, mas ainda assim a tua experiência e Paixão superam tudo isso e nunca me deixas ficar mal.

A última jornada foi exemplo disso mesmo, um primeiro lance de extrema beleza, todo no chão como é típico em ti, sabia que estavas com um pássaro naquela ladeira, a Galinhola a encastelar a uma velocidade que mais parecia que tinha sido lançada de uma caixa lançadora, a encastelar e bem errada ao primeiro tiro mas bem tapada com o cano ao segundo, a cair redonda para um cobro fácil, um lance que merecia ser filmado, que pena neste momento estar sem máquina.

A segunda Galinhola num cabeço, bem parada, mas a sair na dobra do cabeço sem hipótese de tiro, foi pena, mas ainda assim deste o teu melhor no campo e cada lance contigo é um verdadeiro privilégio!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2020

Nos descontos.

Naja da Pedra Mua

Finalmente uma jornada sem chuva, esta é talvez a época mais molhada que tenho nos últimos 5 ou 6 anos, este ano poucas foram as jornadas em que não chovesse.

A jornada era novamente num local muito dobrado, cabeço acima, cabeço abaixo, 9.30h, dou um jeito nas costas, senti uma pontada forte e uma dor grande, que iria piorar depois de arrefecer já na viagem para casa, conduzir tantos km não foi nada agradável.

A jornada resumiu-se a 4 pássaros atirados, de 5 ou 6 vistos em zonas muito difíceis e fechadas, algumas onde assumo que evito lá meter a cadela, com medo dos javalis. Da minha parte já dava a jornada como perdida, quase 1 da tarde, nenhuma abatida em 5 horas de caça, mas de repente a Naja inventa uma Galinhola a 100 metros do carro, ficando em mostra virada para mim, numa zona muito bonita, sirvo a cadela e não sai nada, a Naja estava com ela no nariz, conheço-a tão bem, imóvel começa apenas a rodar a cabeça para trás, toda torcida a indicar-me onde estava o pássaro e de repente, pá, pá, pá, aí vai ela, abatida com um tiro fácil, de repente do nada a Naja salva a jornada, é assim a caça, só acaba no fim, o segredo é insistir e acreditar até ao fim, esta foi já nos descontos.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

Com muito rigor.

Já por várias vezes referi aqui que gosto muito de caçar em terrenos novos, desprovido de vícios, alentado de ilusões, movido pelos sentidos e pela paixão. É nesta altura que mais se despertam os sentidos, que são postos á prova os nossos conhecimentos sobre esta caça, temos de ser mais rigorosos, atentos a tudo, persistentes e acima de tudo determinados. Ontem foi assim, terreno todo ele quase igual, de uma beleza enorme, estranhava não ver uma Galinhola, pensava para comigo, "Terreno certo no sitio errado!", e tentava alocar aqueles terrenos a outas zonas do país e contabilizar quantas Galinholas ali viria, fiz o que sabia, o que pensava ser correto, o que aprendi com outros e com a minha própria experiencia, mudar de biótopo mesmo que pouca diferença fizesse e mesmo que fosse mesmo ali ao lado e acima de tudo mesmo que a mim não me desse a sensação que melhoraria, isto das Galinholas é assim, elas é que escolhem, elas é que mandam!

E foi assim que a Naja pára a primeira Galinhola, numa zona como tantas outras que já tinha pisado, sairia larga e errada apenas com um tiro, sendo novamente parada pela cadela, nuns pinheirinhos, mas só a ouvi sair, nem a vi. 

Passado algum tempo a Naja novamente em mostra, numa zona de muito tojo e pinheiros pequenos, a Galinhola sai limpinha, 2 tiros e fiquei incrédulo como não caiu, uns 200 metros em linha reta, a Naja novamente em mostra, o beeper não se calava, o pássaro não saía, dou a volta ao tojo numa zona até despida de mato, coloco-me de frente para a cadela, e reparo que encostado ao tojo a uns 5 metros da cadela, estava a Galinhola morta, um cobro fruto da experiencia, da qualidade da cadela e claro, com alguma sorte à mistura.

Pena a Câmara de filmar ter avariado, tinha feito uns bons filmes, a ver se o problema se resolve rápido, e voltamos aos filmes.



quinta-feira, 10 de dezembro de 2020

Passei por ela.

Há vários anos que não caçava neste couto, a convite de um Amigo lá fui eu fazer vários Km durante a noite, as espectativas eram boas, das vezes que lá cacei tinha sempre cobrado Galinholas.

Os terrenos são magníficos, pois os olhos também comem, começámos numas chapadas de montado com estevas, mas curiosamente a Galinhola cobrada encontrava-se numa zona limpa, sóbria apenas com 2 matinhos que foram o suficiente para ele se esconder e me deixar passar, enquanto isso a Naja mantinha-se imóvel em mostra, estranhei não sair o pássaro, a cadela não enganava, tinha uma Galinhola no nariz, mas rapidamente ouço nas minhas costas o típico pá, pá, pá… do bater de asas, tinha passado por ela quase que a devo ter pisado, imóvel levantou apenas quando me viu as costas, um bom tiro e mais um magnifico lance da Naja, que continua imparável.



terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Naja a verdadeira protagonista.

Os terrenos primeiro pisados são lindíssimos, os olhos também comem, como se costuma dizer, pinheirinhos, tojo, sargaço e mato-branco compõem um biótopo formidável, apostava que ali iria ver um pássaro, mas não, foi em terrenos duros, demasiado fechados com demasiado tojo que a Naja foi parar uma Galinhola, sirvo a cadela e a Galinhola sai-me desenquadrada e errei-a, mas passados cerca de 100 metros a Naja volta a para-la mas desta vez dá-ma de bandeja, facilmente abatida ao primeiro disparo, com um cobro descomplicado, e foi assim que me redimi, depois de um trabalho fantástico da cadela.