domingo, 7 de junho de 2026

Um fim de semana de Sucesso!

Foi com enorme gosto que estivemos presentes em mais um aniversário do Clube Português de Cães de Parar Britânicos, num evento marcado por uma excelente organização, espírito de convívio e verdadeira paixão pelos Cães de Parar Britânicos.

Participámos nas Provas de Trabalho e na 21ª Monográfica do Setter, regressando a casa com resultados que muito nos orgulham.

Nas Provas de Trabalho, o Tango da Pedra Mua conquistou o 2.º lugar 🏅 na Classe Amadora.

Na Monográfica do Setter, alcançámos os seguintes resultados:

🏆 Classe Intermédia – Urano da Pedra Mua (melhor macho)
1.º Excelente CACQC

🏆 Classe Fêmeas – Rumba da Pedra Mua (melhor fêmea)
1.º Excelente CACQC

🏅 Classe Aberta - Tango da Pedra Mua
2.º lugar Muito Bom 

🏆 Classe Pares- Rumba da Pedra Mua e Urano da Pedra Mua
1.º Lugar - Vencedor da Classe - Best in Show

🏆 Grupo de Criador
1.º Lugar - Melhor Grupo Criador
- Best in Show

Estes resultados representam muito mais do que classificações. São o reflexo de anos de dedicação a um projeto de criação assente em princípios sólidos e inegociáveis.

Queremos deixar um agradecimento muito especial a todos os amigos e proprietários que depositam a sua confiança no nosso trabalho e na nossa visão da raça. Partilhamos a convicção de que um cão de caça deve reunir quatro critérios fundamentais: as qualidades naturais, a genética, a morfologia e o carácter.

Acreditamos que um cão pode, e deve corresponder harmoniosamente a todos estes requisitos, preservando a essência e a funcionalidade da raça para as gerações futuras.

Obrigado a todos os que fazem parte deste caminho.

Pedra Mua

sexta-feira, 3 de abril de 2026

Monta em dia Santo.

Há já algum tempo que aguardávamos por esta monta. A Sibelle e o Tarot nasceram em casa, com o nosso afixo, e a Sibelle foi entretanto cedida a um grande Amigo, com a tranquilidade de sabermos que ficou em excelentes mãos. 

Ao longo do ultimo ano, tivemos o privilégio de partilhar muitas jornadas de caça e inúmeros lances de galinholas com estes dois exemplares excecionais. 

Era um cruzamento há muito ambicionado por ambas as partes, e esse dia chegou finalmente, curiosamente, numa Sexta-Feira Santa. Que seja uma monta abençoada.

Os exemplares destacam-se naturalmente no que fazem: cães muito estilistas, equilibrados, com muito nariz e uma enorme paixão, no mais puro perfil de Setter. Trazem consigo uma genética de excelência, com vários campeões internacionais de trabalho presentes em ambos os pedigrees. É sangue já comprovado em diferentes terrenos e disciplinas, agora reunido num cruzamento pensado ao pormenor.

Este cruzamento torna-se, assim, uma realidade. A expectativa é elevada, porque o potencial está lá. Agora, que a sorte nos acompanhe até ao fim.


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quarta-feira, 4 de março de 2026

De volta aos treinos

Depois de uma longa pausa sem treinos, porque a época de caça exigiu toda a nossa dedicação, chegou finalmente o momento que tanto aguardávamos. 
Com o encerramento da época venatória, é tempo de voltar aos treinos, soltar os cães e regressar ao campo. E já tínhamos mesmo saudades.

Este regresso foi feito com um treino com e perdizes e sem abate, que correu muito bem e nos deixou aquele sorriso no rosto que só quem vive esta paixão entende. Apesar de três semanas parados já se fazerem notar, porque fazem mesmo diferença, os cães estiveram ao seu nível. Mostraram qualidade, entrega e aquela vontade natural de trabalhar que nunca desaparece, mesmo após uma pausa.

O tempo também esteve do nosso lado. Tivemos uma manhã fresca, com vento suficiente para ajudar no trabalho e criar boas condições para o treino. Dias assim fazem toda a diferença, tanto para os cães como para nós.

A única nota menos positiva foi o estado do pasto. Este inverno rigoroso deixou marcas e o pasto apresentava-se muito curto, o que dificulta um pouco a abordagem e o trabalho mais completo que gostaríamos de ter feito. Ainda assim, adaptámo-nos às condições e tirámos o melhor partido do que o campo nos ofereceu.

Foi um excelente regresso, daqueles que reforçam a motivação e lembram porque fazemos isto com tanta paixão. Agora é continuar a trabalhar, recuperar ritmo e preparar o que aí vem.

Porque, no fundo, não há nada como ver os cães fazer aquilo para que nasceram.



segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

E assim terminámos a época.

Sábado marcou a última jornada de uma época longa. Contra todas as probabilidades de sucesso, e já em plena depressão Marta, decidi ainda assim ir ao campo. Saí mais tarde do que o habitual, procurando evitar o período mais duro de chuva e vento entre as 8h e as 9h, acabando por chegar ao couto por volta das 10 horas.

Logo no início, um enorme pinheiro caído atravessava o caminho, vítima de um inverno duro e das últimas depressões que têm castigado o país. Esse obstáculo acabou por ditar todo o desenrolar do dia e, em grande parte, estragar a jornada. Tentei contorná-lo para conseguir passar, mas acabei por ficar irremediavelmente atascado.

Enquanto aguardava ajuda para me tirarem daquela situação, ainda houve tempo para caçar. E foi nesse intervalo inesperado que consegui cobrar uma galinhola, que acabaria por ser a última da época, um fecho simbólico para mais um ano vivido no campo.

A saída revelou-se tudo menos simples. A pick-up que veio tentar ajudar ficou também presa, obrigando-nos a aguardar por um trator para resolver a situação. Assim se ditou o final da jornada, demasiado curta, fruto de uma teimosia minha.

No fim, fica a história para contar… e mais uma galinhola na memória. Porque, mesmo nos dias que correm mal, a caça continua a dar-nos aquilo que mais importa: experiências que ficam.


segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Difíceis, soadas e erradas.

A semana passada ficou marcada por duas jornadas bem distintas, mas igualmente intensas, daquelas que ajudam a explicar porque é que continuamos a sair para o campo, independentemente do que a época nos dá.

Na quinta-feira, regressámos a um couto que conheço bem, mas onde já não caçava há vários anos. O terreno continua a ter a sua identidade própria, agora ainda mais marcado pela forte presença de javalis, que se fazem sentir a cada passo. Apesar disso, foi um dia de emoções forte, com os cães a proporcionarem um verdadeiro espetáculo nas perdizes bravas, mostrando muita paixão, inteligência e ligação ao terreno.

Ao longo da jornada levantámos seis galinholas diferentes. Houve cinco tiros, mas nenhuma acabou cobrada. Dias assim também fazem parte do jogo, fazem parte da caça tal como ela é, sem maquilhagens nem facilidades. Ficam os lances, o trabalho dos cães e a consciência de que isto não é fácil e nem sempre a sorte nos sorri, pássaros de levante também não ajudaram.


O sábado trouxe um cenário diferente. O dia começou feio, carregado, pouco convidativo, mas por volta das 9 horas abriu, dando-nos esperança de uma jornada seca. Havia menos pássaros e estavam muito mais difíceis, esquivos, exigindo tudo dos cães e do caçador.

O momento do dia acabou por chegar com uma galinhola particularmente complicada. Parada várias vezes pela Naja e pela Sibele, sempre com inteligência e pressão certa. Até que, finalmente, o cenário perfeito aconteceu, a Naja em mostra à minha direita, o Bery em patron, e a Sibele à minha esquerda, não em patron, mas também parada com ela. Um quadro bonito, daqueles que não se esquecem. A galinhola saiu larga, obrigando a um tiro difícil, seguido de um cobro ainda mais exigente, mas tudo acabou por correr bem. Um lance bonito, completo, intenso, que nos deixou a todos, a mim, ao Filipe e ao Duarte, num verdadeiro êxtase.


São momentos assim que ficam gravados, que cimentam Amizades. Lances que valem por uma época inteira, que justificam cada quilómetro, cada queda, cada dia menos bom. É por isto que continuamos a ir ao campo, faça chuva ou faça sol. É por isto que a caça nunca é apenas o resultado final.

Já no final da jornada, surgiu ainda um lance que parecia fácil, daqueles que normalmente se resolvem sem história. No entanto, acabei por falhar essa galinhola de forma escandalosa. Faz parte. Esta época tem sido marcada por estes falhanços inesperados, que servem de lembrete de que, na caça, nada é garantido e que a humildade anda sempre de mãos dadas com a espingarda. São também estes momentos que equilibram os grandes lances e fazem parte do jogo, tal como ele é.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Uma manhã de sonho e muitas corridas.

Há dias no campo que ficam na memória, não pelo número de peças abatidas, mas pela qualidade dos lances e pela forma como os cães se exprimem. Este foi claramente um desses dias.

Desde os primeiros metros de terreno, a cadela mostrou-se em grande plano como sempre, o terreno não era fácil, exigente, daqueles que pedem tudo ao cão e ao caçador, mas isso pareceu apenas servir de palco para uma exibição de alto nível.

Ao longo da jornada, foram vistas três galinholas, todas bem trabalhadas. Num dos lances mais marcantes do dia, a cadela parou uma galinhola duas vezes em cerca de um minuto, demonstrando inteligência, equilíbrio notável e uma capacidade de rebusca. No segundo levante, a oportunidade surgiu e a galinhola foi atirada e abatida, coroando um trabalho irrepreensível da cadela.

Outro momento digno de registo foi um ponto firme e longo, em que demorei mais de dois minutos a chegar à cadela para a servir. Dois minutos de tensão, respeito pelo trabalho da cadela e admiração pela forma como ela segura os pássaros, quase que por feitiço, à espera que eu chegasse. São estes momentos que definem os grandes cães de caça.

No final do dia, mais do que o resultado, fica a satisfação de ter vivido uma jornada completa, com uma cadela fenomenal, lances de grande qualidade e aquela sensação de que tudo, cão, caçador e terreno, esteve em perfeita sintonia. É por dias assim que continuamos a voltar ao campo.

domingo, 21 de dezembro de 2025

Garmin Fénix 8, tecnologia ao serviço do caçador e dos cães

A evolução tecnológica está a revolucionar a caça, tornando cada saída mais segura e eficiente. Um dos melhores exemplos é o novo Garmin Fénix 8, um smartwatch robusto que, ao emparelhar com o GPS DogTrace X30 ou X40, concentra no pulso do caçador a informação da localização dos nossos cães.

Apesar de não utilizar o GPS como substituto do tradicional Beeper, utilizo-o sobretudo como instrumento de segurança, que não dispenso, para saber sempre onde andam os cães, e isso, para mim, não tem preço. Cada caçador vive a caça à sua maneira, não tenho nada contra quem prefere caçar com o comando na mão. Mas, pessoalmente, não me cativa. Há algo de mágico no som do Beeper quando rompe o silêncio do bosque, desperta‑me por dentro e acelera‑me o coração. É uma sensação que nenhum ecrã consegue substituir.

Ainda assim, com a chegada do meu novo GPS, DogTrace X40 e a possibilidade de o emparelhar tanto com o telemóvel como com um smartwatch, decidi adquirir o Garmin Fénix 8 para tirar partido de todo o potencial do Dogtrace. Assim, mantenho o encanto do Beeper, mas ganho um nível extra de segurança e controlo que torna cada jornada mais tranquila e detalhada.

Com esta combinação, é possível monitorizar os cães em tempo real, acompanhando a sua localização de forma rápida, intuitiva e sempre acessível. Toda a informação relevante surge diretamente no relógio, dispensando a necessidade de parar, consultar outros dispositivos ou desviar a atenção do terreno.

Para além da monitorização dos cães durante a jornada, o sistema permite analisar toda a atividade após o seu término, oferecendo uma visão clara e detalhada do percurso realizado por mim e pelos cães. Assim, torna‑se simples perceber quantos quilómetros percorreram, o ritmo mantido e o esforço físico despendido. Estes dados ajudam o caçador a avaliar o desempenho de cada animal e a gerir melhor o seu bem‑estar e preparação.

O Garmin Fénix 8 é igualmente notável pela sua versatilidade no terreno. Além dos modos específicos para caça ou caminhada, o relógio oferece dezenas de outras modalidades
desportivas integradas, terrestres ou aquáticas. Mas o seu valor prático vai muito além disso, permite registar o ponto de partida para regressar ao carro com segurança, visualizar notificações e mensagens, e até gerir e atender chamadas telefónicas diretamente no pulso. Deste modo, o caçador mantém-se ligado ao essencial, mas sempre focado na ação, sem perder a concentração.

Em suma, a integração entre o Garmin Fénix 8 e o DogTrace X30 ou X40 oferece acesso imediato à localização dos cães, controlo total da jornada e um conjunto valioso de informações para melhorar cada saída ao campo. Uma solução moderna, prática e fiável para quem procura unir tradição, tecnologia e paixão pela caça.

Os DogTrace X30 ou X40 poderão ser também emparelhados, com outros modelos de Smartwatch Garmin, com preços mais acessíveis ou mais dispendiosos, que o Fenix 8.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2025

Três dias de caça vividos no campo

Mais uma semana de caça que fica marcada pela intensidade e pela regularidade dos Galinholas no terreno. Três dias, quinta, sábado e domingo, sempre a ver pássaros, com oportunidades para todos os cães e momentos que justificam cada quilómetro percorrido.

Os terrenos foram variados, mas com um denominador comum, a exigência. Desde zonas de mato fechado a áreas de serra mais duras, onde cada passo se sente e cada subida cobra o seu preço. Foram muitos quilómetros a caçar, alguns deles em verdadeiramente difíceis, especialmente no domingo, onde o cansaço já era visível, que colocaram à prova não só a resistência dos cães, mas também a minha própria capacidade física.

Este tipo de jornadas serve também para reforçar uma certeza fundamental, a qualidade do equipamento faz realmente a diferença. As botas Fitwell voltaram a confirmar porque são uma referência no mercado, mesmo em terrenos difíceis e tecnicamente exigentes. Apesar dos pisos escorregadios, consequência da chuva persistente que tem marcado toda esta época, ofereceram excelente estabilidade, conforto contínuo e a confiança necessária para longas horas de caça. Da mesma forma, todo o material da Itecam respondeu de forma irrepreensível, mesmo nas condições mais duras, onde não há margem para falhas e o equipamento tem de acompanhar o ritmo e a exigência do terreno.

Mas, acima de tudo, foram dias de trabalho sério dos cães, com lances bem construídos, bonitas paragens, bons cobros e um desempenho consistente, independentemente do tipo de terreno ou da dureza da jornada. É neste contexto que se percebe o verdadeiro valor da preparação, do treino e da ligação entre caçador e cão, são nestas condições que se vê o trabalho que está por detrás destes cães, o da seleção, criação e ensino, é este o segredo no nosso sucesso.

No final, mais do que contabilizar quantas galinholas vimos ou cobrámos, o que realmente conta é o prazer de estar no campo, a partilha destes momentos com os cães, com o meu irmão e Amigos e a satisfação de viver a caça de forma autêntica. Porque, no fundo, não é o número que define um grande dia de caça, mas a forma como ele é vivido.


quarta-feira, 3 de dezembro de 2025

Três Dias, Galinholas, Família e Amigos dos Bons.

Há fins de semana que passam, e há fins de semana que ficam. Este ficou. Foram três dias seguidos de caça, vividos com o meu irmão, e o último com aquele grupo de amigos de longa data, dos verdadeiros, dos sinceros, daqueles que já não se fazem. Gente com quem partilhamos quilómetros, histórias, silêncios e gargalhadas, e que faz qualquer jornada parecer mais leve.

As galinholas apareceram para dar brilho aos dias. Vi e cobrei nos três dias, cada uma com o seu desafio, cada uma com a sua maneira de testar caçadores e cães. Terrenos duros, encostas pesadas, mato que não perdoa, mas é nesses sítios que a caça ganha verdade.

Os cães novos portaram-se à altura da sua tenra idade. Ainda a aprender, mas já a mostrar que têm carácter, entrega e coragem para enfrentar zonas onde até eu hesito antes de avançar. Encontraram galinholas difíceis, daquelas que fazem um caçador orgulhar-se do trabalho dos seus cães.

No final dos três dias, somavam-se quase 40 km percorridos a caçar. E se eu os fiz com o corpo inteiro e sem me queixar das costas, muito se deve às botas Fitwell Jek, firmes, estáveis e fundamentais para quem passa horas a palmilhar terrenos duros. Uma coisa é certa: sem elas, o balanço não seria o mesmo.

Também o novo colete da Itecam Sport passou no teste. Leve, resistente, prático, feito para acompanhar quem vive a caça com intensidade.

Valsa da Pedra Mua, Urika da Pedra Mua
Naja da Pedra Mua,Tango da Pedra Mua
Uva da Pedra Mua, Unai da Pedra Mua
Foram três dias de caça como deve ser, bons cães, boas bons lances e, acima de tudo, bons amigos, daqueles que nos lembram que a caça é muito mais do que cobrar uma peça. É caminhar juntos, partilhar momentos, risos, lances e criar memórias que duram uma vida.

terça-feira, 2 de dezembro de 2025

Novo Colete de Caça Itecam sport, Expert Pro Becada - Cordura®

Depois de cerca de um ano de desenvolvimento conjunto com a Itecam Sport, tive finalmente a oportunidade de testar o protótipo do novo colete Expert Pro Becada Cordura®, mais um produto que nasce desta parceria sólida. Trata-se de um colete pensado ao detalhe por quem conhece o terreno e necessidades e por quem domina a criação de equipamentos de última geração. O know-how de ambas as partes convergiu num produto verdadeiramente distinto, equilibrando tecnologia, funcionalidade e experiência real de caça.

Fabricado em Cordura de última geração, este modelo impressionou-me pela resistência à abrasão e ao corte, sem perder a flexibilidade essencial para longas jornadas no campo. Além disso, o tratamento aplicado ao tecido garante uma impermeabilidade muito eficaz, permitindo atravessar vegetação húmida e chuva leve sem absorção de água, claro Que, em dias de chuva, temos sempre de usar um casaco por cima ou em sua substituição, conforme o nosso gosto, pois falamos de um colete, não de um casaco de chuva que nos protege de forma integral, para esses dias existem outros produtos naturalmente mais adequados.

A organização dos bolsos foi estudada para uso real no campo: dois bolsos frontais à altura do peito, perfeitos para documentos, telemóvel ou acessórios, 2 bolsos à altura da cintura, uteis para colocar o GPS, ou outros utensílios. Porta cartuchos de ambos os lados, para calibre 12 ou 20, e dois bolsos traseiros amplos, de grande arrumação. Um maior onde cabe perfeitamente o cantil e caça abatida, forrado em material hidrófugo, que evita a passagem de líquidos e sangue, uma solução prática, pensada para transportar caça abatida sem sujar a roupa. O outro bolso é mais estreito, pensado para podemos levar outros gadgets que o caçador pretenda levar consigo, sem irem misturados com caça.

O visual combina verde discreto com detalhes em laranja fluorescente, que aumentam a segurança sem comprometer a camuflagem no meio natural.


Resumo do meu Teste no Campo.

O primeiro teste foi o culminar de muito trabalho, inúmeras pesquisas e longas trocas de ideias com a Itecam. Foi uma verdadeira satisfação ter finalmente nas mãos um produto que ajudámos a criar desde o primeiro esboço. Como várias cabeças pensam melhor que uma, mostrei o colete a alguns Amigos e companheiros de caça e pedi as suas opiniões, vimos alguns detalhes que poderiam ser otimizados, e será o que irá ser feito. Este teste de campo continuará até à entrada em comercialização, no final deste ano, garantindo que cada detalhe cumpre exatamente aquilo que pretendemos.

Confesso que acreditava que o colete dificilmente me iria surpreender. No entanto, os pormenores, a qualidade dos materiais e o rigor da construção deixaram-me genuinamente impressionado. O Expert Pro Becada Cordura® mostrou-se extremamente eficaz nos mais variados tipos de terreno, desde matos muito
fechados até zonas húmidas e difíceis. A liberdade de movimentos é excecional e o colete produz um arrasto mínimo na vegetação, permitindo avançar com discrição, pouco esforço e maior silêncio, ajudando também para isso, a sua cartucheira, que permite corrermos sem o chocalhar dos cartuchos soltos. Na caça de salto, onde cada movimento e cada ruído podem fazer a diferença, esta característica é absolutamente determinante. O corte anatómico e o cómodo forro interior, ajustam-se de forma natural ao corpo, proporcionando mobilidade total para caminhar e reagir rapidamente no momento do disparo.

A capacidade de arrumação também ultrapassou as minhas expectativas. Os bolsos acomodam tudo o que costumo transportar, provavelmente mais do que a maioria dos caçadores, desde uma trela, luvas para os dias mais frios, impermeável dobrável para chuvas inesperadas, garrafa de 1 litro de água, até ao meu Kit de Salvamento, que inclui uma corda de resgate, água oxigenada, uma seringa de grande volume e cápsulas de carvão ativado para situações de emergência, como envenenamento. E, mesmo assim, sobra espaço para mais acessórios e, naturalmente, para a caça abatida.

Para a caça à Galinhola, em particular, a minha opinião, partilhada por amigos a quem tive a oportunidade de mostrar o colete, foi unânime: trata-se de um dos coletes mais equilibrados do mercado. Leve, confortável, bem acabado, resistente e extremamente funcional, é também uma peça moderna, elegante e visualmente apelativa.


Em suma, o Expert Pro Becada Cordura® é um colete técnico de alto rendimento, pensado, concebido e aperfeiçoado por caçadores para caçadores. Oferece um equilíbrio exemplar entre fiabilidade, conforto e desempenho, afirmando-se como a escolha ideal para quem procura um equipamento verdadeiramente adaptado às exigências reais do caçador moderno.