A tradição ainda é o que era, uma vez mais e como manda a tradição cacei nos dois dias de Natal, 24 véspera e 25 dia de Natal! Para mim caçar no dia de Natal tem algo de mágico, apesar de ser uma jornada curta no dia 25 devido ao tradicional Almoço de Família, nada me dá mais prazer que, chegar a casa com uma Galinhola abatida nesse dia, são coisas antigas, que o passar dos anos reforça a importância e, que acima de tudo tento manter como algo de bom e de valor, afinal o valor das coisas não está só naquelas prendas na noite de 24, está acima de tudo nas tradições e nos momentos que damos real valor!
24 de Dezembro, a Elma era a escolhida, uma jornada solitária como eu tanto gosto! os terrenos muito bonitos e conhecidos, uma primeira Galinholas que se tinha levantado na semana anterior muito longe de mim e do Don, desta vez a fazer o mesmo, a Elma a para-la por 3 vezes sem que me deixa-se aproximar para servir a cadela, até que no ultimo levante se evaporou! Depois uma repetida, a sair tapadíssima sem ser sequer atirada, encontrada apenas no final a já perto do carro e, errada de penalti, com a Elma a dar-ma de bandeja e eu a erra-la escandalosamente! Antes disso, a Elma numa zona de sargassos, para deitada como sempre faz, a Galinhola sai rapidamente e é abatida ao primeiro tiro, e aí estava a Galinhola do Natal, 3 vistas, vários levantes e uma jornada magnifica da Elma!
25 de Dezembro, dia de Natal, uma jornada que seria curta, até ao meio dia, pois esperava-me a família para o almoço de Natal! Desta vez era o Don que me acompanhava, rapidamente para a primeira Galinhola, muito longe, seguiu-se um bailado de mais de 20 minutos até a bloquear! foram guias e guias, com a Galinhola de levante sempre à frente, até que a ouço pela primeira vez levantar, não a vi mas, percebi que tinha ido em frente. O Don novamente em mostra e depois de mais uns bons metros a guiar finalmente bloqueia aquele pássaro esquivo, saiu-me perto e erro-a ao primeiro e abato-a ao segundo, era a primeira e única cobrada naquela manhã, apesar de ter visto mais duas, uma que se levantou longissimo e, outra que a levantei eu sem querer e que, apesar do instinto me fazer apontar e a ter como morta, indultei-a para uma próxima oportunidade, para morrer, morrerá com dignidade e sempre parada pelos cães! Assim se manteve a tradição, belas prendas me deram o Don e a Elma!
É com grande orgulho e agradecimento que recebemos e publicamos as fotos dos cachorros Pedra Mua, fotos de cachorros que começam a dar os primeiros passos nas Galinholas com grande habilidade e classe! É para nós um momento de grande satisfação quando nos ligam e/ou enviam e-mails e mensagens de agradecimento pela qualidade dos cachorros que criamos, no entanto, somos nós que agradecemos aos nossos Amigos a confiança depositada no nosso trabalho mas, nada disto fazia sentido se, depois não houvesse continuidade, se não treinassem e levassem os cães ao campo, felizmente que também nesse aspecto as coisas têm funcionado!
Este é um ano duro, duro para caçadores e cães, um ano demasiado seco, a densidade é reduzida e, para complicar tudo isto, o calor que se faz sentir aumenta as dificuldades! O calor e, os terrenos secos obrigam a rodar muito os cães, as lesões nas patas pelo terreno que parece lixa são constantes, ainda assim, uma a uma vão caindo, lances magníficos vão dando alento para continuar a ir ao campo mesmo nestas condições extremas!
Este será o ano que separa os Amantes da modalidade dos outros, daqueles que, matam Galinholas porque os coelhos são escassos, as perdizes poucas e ásperas e, as lebres de levante com estes terrenos secos ninguém lhe toca! Será até final uma época dura, os pássaros estão em terrenos menos típicos e, apenas os bons Cães nos dão lances dignos de recordação!
Um pequeno vídeo para vermos como podem os
Cães de Parar contribuir para o importante processo de anilhagem de
Galinholas no Quebeque, Canadá!
Os Caçadores do Clube Quebec (CBQ) têm o
orgulho de lançar o seu novo video destacando o trabalho vital dos Cães de
Galinholas e seus condutores.
Este vídeo foi produzido em colaboração
com a Federação de Pescadores Quebec e Caçadores (FédéCP) e faz parte de um
projeto em marcha com uma série de cinco filmes sobre os tipos de cães de caça
usados Quebec.
Feito pelo cineasta Jean Boutin, este
vídeo vai mostrar a prática e os benefícios associados com os cães de Parar na
caça e no trabalho de anilhagem de Galinholas. O talento e a capacidade destes
Cães em encontrarem e pararem caça é preponderante para que, seja possível
anilhar estas aves de tão complicada captura sem abate, o trabalho destes cães e
caçadores contribui para o futuro da espécie.
Assim, prova-se que, os Caçadores e os
seus Cães de Parar, têm muita importância na continuidade das espécies!
A manhã apresentava-se como as demais nos últimos meses, quente e soalheira, a zona era nova e nunca antes pisada por mim, pelo João ou pelo Ricardo, o grupo que uma vez mais se juntava aqui a Sul!
A zona prometia, como diz o povo "os olhos também comem" e, à primeira vista, os terrenos eram fantásticos, parámos os carros num alto onde se vislumbrava o couto quase todo, nos terrenos mais típicos nada, apenas as perdizes a darem trabalho aos cães e, a mexerem com os nossos nervos, mas não era por elas que ali estávamos!
A primeira estava numa zona fechada, muito característica, onde nem é preciso ser cão para as sentir, o Don parou-a imensas vezes mas, o terreno era propicio para que ela se movesse a gosto, chegado ao final da mancha, pequena por sinal, uma olhadela em redor e rapidamente vi onde ela se tinha enfiado, estava pronto a apostar que, tinha voado para uma pequena "ilha" de mato muito fechado! E estava mesmo, o Don parou-a novamente, mas novamente ela furta-se para uns matos fraquinhos! O Beeper toca, mando guiar o Cão e, ele fazia cangocha, nem mais um centímetro, este comportamento é típico quando, o pássaro está logo ali! Ela ainda assim, conseguia furtar-se mais um pouco, o Don sai à direita e passa a uns 20 metros de um chaparro que, a beijar-lhe os pés, tinha uns insignificantes sargaços e a Galinhola, eu passo a meio metro dela, a Galinhola deixa-me passar a uma distancia segura e arranca para trás! Foi uma manobra de mestre, inteligente e característica de, quem já domina o seu terreno e, de quem já se furtou a muito cão de perdizes! Não mais dei com ela!
Depois fui ao encontro do desconhecido! Passo a passo, ia olhando para todo o lado, até que por fim, dei com uma zona mais sombria, onde dei com 3 Galinholas, a primeira foi abatida ao 5º levante, muito bem parada pelo Don, a sair tapadissima, um tiro de instinto e a incerteza de saber se a tinha abatido, até que por fim, o Don aparece com ela na boca, o alivio e a alegria instala-se!
Pouco depois, mais outra que, por fim, ao 4º levante, sai a jeito, um tiro mais fácil que na primeira e um cobro fácil do don, pois ela caí-a viva apenas com uma asa partida!
O Ricardo também abate uma e o João teve apenas um percalço com os Porcos, que abalroaram o Jay e deixaram-lhe uma marca de guerra, tendo de ser cozido!
Foi uma bela jornada, pena o calor improprio, Galinholas Difíceis que dão trabalho mas, muita emoção também! Bonito ver o Don e os seus filhos no campo, Jay e Icone da Pedra Mua!
O calor fora do normal para a época tem feito com que a densidade de Galinholas nesta altura do ano, seja abaixo do habitual! Um mês de Outubro quente, o mais quente desde 1950, um Novembro que vai pelo mesmo caminho, tudo isto faz com que as Galinholas se apresentem espaçadamente a todos nós!
Hoje comecei cedinho, de luvas, pois os 4ºC assim o exigiam, terminei de T-Shirt com 21ºC, um diferencial completamente estúpido!
Passei o couto, ou melhor, parte dele a pente fino! As zonas de crença foram todas vasculhadas uma a uma, os Km nas pernas pesam agora que me sento e escrevo estas linhas, o cão foi um Herói com o calor que estava! Encontrámos apenas uma Galinhola, vi-a levantar um pouco antes do Don ficar em mostra a uns 30 metros donde ela saíra, para a frente dela apenas pasto, portanto antevi o que fizera, rodar para trás como tanto gostam mas, esse truque é velho, caem apenas os jovens becaderos! O Don, também com o conhecimento que tem, pensa seguramente o mesmo que eu! Poucos segundos depois ouço o Beeper, acerco-me, e ela sai, erro-a com 2 tiros! Rrrrrr, como pude errar este pássaro, interrogo-me! Faz parte, mais parte faz quando, elas são poucas! Como caçador de Galinholas que sou, tinha de engolir a mágoa e seguir no seu encalço! Pois bem, quem tem um Don, tem tudo! passado não mais de 2 minutos, o beeper toca novamente! O Don espumava-se da boca, um misto de calor e ansiedade, os olhos vidrados que só uma Galinhola os sabe transformar, diziam-me que, ela estava ali novamente! umas guias e o beeper toca novamente, torna a sair complicada! descomplicando tudo quando depois de passar uma árvore resolve encastelar, deixei-a passar e abato-a com um único tiro! As emoções misturam-se, um misto de alegria e tristeza, alegria por ter cobrado aquele pássaro, pelo trabalho do cão, mas uma tristeza por ver em meu redor que, a ganancia do Homem pelo dinheiro, especialmente o fácil, faz com que destruam tudo sem dó nem piedade! Os terrenos estão de ano para ano descaracterizados, projectos da CEE bancam um desmate sem regra, desmatam mas não limpam, desmatam tudo menos o que deviam, pouco a pouco, aquilo que eram terrenos e crenças de Galinholas, Javalis ou Veados, transformam-se em terrenos áridos e sujos, desprovidos de magia, aquela magia que é necessária para que, as Galinholas façam desses terrenos a sua casa de Inverno!
A RTVE, publica uma reportagem sobre a caça às Galinholas em Espanha, uma pequena reportagem que demonstra a Paixão que os Espanhóis têm por este disciplina, bem como, a extrema dificuldade que é, caçar às Galinholas! Pena temos de, em Portugal nada de idêntico ser feito pelas televisões generalistas!
4:30h
da manhã, o despertador toca, ainda sem o hábito de me levantar de madrugada ao
fim de semana para ir para o campo, o corpo estranhou! 2 segundos depois, consciente
do que se tratava caí em mim e prontamente me pus de pé !
Noite
cerrada e debaixo de chuva fiz-me ao caminho, era a primeira de muitas viagens
desta época, sabia que apesar de abrir às Galinholas, seria muito difícil ver
uma, elas não se guiam pelo calendário venatório, é algo mais profundo o que as
move! Ainda assim, mesmo sem convicção, a Paixão e a necessidade de mexer os
cães fez-me sair de casa numa noite de grande temporal, e lá no fundo, bem
recalcado, por debaixo de todos os sentimentos, também me movia uma misera
réstia de esperança de ver a primeira Galinhola da época! Pensando bem não
seria em mim, caso isolado!
Na
estrada acompanhado apenas pelos meus pensamentos, constatava que, na
generalidade aqueles que circulavam àquela hora eram também seguidores da minha
religião, a caça! Reboques e caixas transportadoras na mala, denunciava-os!
Outrora muitos mais, hoje em dia, os crentes desta religião ainda são muitos,
devotos menos e praticantes uma minoria resignada! Noutros tempos terras como
Vendas Novas eram paragem obrigatória para estes peregrinos, que ali
alimentavam o corpo para mais tarde alimentarem a alma nos seus locais eleitos
de devoção! Hoje tudo mudou, os domingos deixaram de ser santos para a caça,
esta nova realidade troce mais dias de caça, caça-se todos os dias, os
praticantes são menos e mais dispersos pela semana, a caça, tal como a
religião, agora é paga e assim se enchem os bolsos a alguns Bispos, crentes
apenas naquilo que move a humanidade, o dinheiro!
Chegado
ao couto, o dia amanhecia com uma ligeira morrinha, no entanto as previsões
eram de chuva a sério, daquela para me lamentar ter saído de casa! No entanto
quase nem pingou, a manhã foi fria mas nada chuvosa! De Galinholas apenas uma
ou outra bosta de vaca, devidamente bicada por um ou outro pássaro de passagem
que, vá-se lá saber porquê, não teve a intenção de ali se fixar, optando por um
outro local mas, demonstrando que, mais dia, menos dia, a primeira vai-se
mostrar!
Os
cães vão ganhando ritmo, eu forma física, para assim que elas se apresentem,
estarmos preparados para dar o melhor final aos lances!
Que
venham rápido e que nos proporcionem lances de sonho!
Das férias da passada semana, recupero alguns momentos que foram possíveis de captar em filme, de forma a, poder partilhar os belos momentos vividos em terrenos insulares com Galinholas 100% Lusas!
Há meia dúzia de meses atrás
recebi o convite do Amigo José Carlos Correia, Conimbricense radicado nos Açores
há mais de 30 anos, para ir fazer umas férias de caça nos Açores, convite
aceite, lá fui eu.
Rumei a S. Miguel onde fui recebido pelo Zé e pela sua simpática e hospitaleira família, chegámos à hora
do jantar, esperava-nos uma canja de Pombo Torcaz e umas belas Galinholas
feitas à moda do Zé, nada melhor para começar senão com um belo repasto e um
ainda melhor serão, onde não faltaram as conversas de Galinholas e os lances
marcantes um pouco por todo o lado.
Na manhã seguinte embarcámos bem
cedo para o Pico, uma Ilha especial onde ia-mos fazer a abertura, depois de nos
instalarmos numa casa onde tínhamos defronte a magnifica vista do Faial e do
Porto da Horta, fomos esticar as pernas aos cães, rapidamente o Don pára a sua
primeira Galinholas insular, não tardando a serem os outros cães a fazer o
mesmo, estávamos radiantes pois não ouvíamos aquele “papapa” há muito, e
antevíamos uma abertura proveitosa!
Abertura no Pico:
Domingo, rumámos bem cedo em
direção a zonas mais altas, caçámos em cotas a rondar os 1100 metros, o dia
apresentava-se soalheiro e muito quente, temperaturas de 20°C humidade a rondar
os 90% àquela altitude, dificultavam muito a jornada, minimizava o esforço dos
cães o terreno muito molhado e muita água para beberem.
As Galinholas poderiam estar
em qualquer lugar, mas os Urzes endémicas a que lhe chamávamos “vassouras”, com
fetos secos eram um habitat preferencial! Pouco a pouco íamos tendo lances de
sonho, uns melhor aproveitados que outros, lá caíram as primeiras sempre após o
excelente trabalho dos cães! Caçámos também em bosques de Criptomérias, muito
do meu agrado e do mais belo que já cacei, quando elas encastelam o lance torna-se
mágico e indiscritível!
Ao final da manhã todos
tínhamos o cupo e muitos lances para contar, uns bem filmados outros
lamentavelmente não!
Nessa tarde rumámos de barco para
a Ilha de São Jorge, onde iríamos passar o resto da semana para fazermos a
abertura no domingo seguinte.
Em São Jorge tivemos uma
semana de caça e de pesca, de Garoupas a Sargos e Anchovas, aos Coelhos e aos
Pombos da Rocha, estes últimos proporcionaram-nos momentos inesquecíveis de
grande tiroteio, bem como belas canjas em jantares sempre bem regados!
Abertura em São Jorge:
Pelo que já tínhamos visto, os
terrenos eram muito distintos dos do Pico, muito mais fechados, com muitas
covas ladeadas de grandes silvados emaranhados nas típicas Hortências, onde o
material que tinha levado da Hart, seria fundamental, assim como os cartuchos
Especial Becada da Trust, muito úteis naqueles terrenos tão fechados, já que
iriam sair muitíssimo encobertas e complicadas de atirar, seriam tiros
instintivos e rápidos, muito a meu gosto!
Pois bem, a abertura em S.
Jorge foi dentro do esperado, um dia sem chuva e pouco nevoeiro, terrenos lindíssimos,
duros, onde apenas a paixão de um caçador de Galinholas nos faz andar para a
frente! Servir o cão em terrenos destes é uma façanha, aqui se separa o Caçador
apaixonado do matador!
O Don, o eleito para esta
aventura, como sempre não me deixou ficar mal, fez-me lances de sonho, momentos
únicos que jamais esquecerei, mostras fantásticas e intermináveis, onde recordo
o lance que, pela primeira vez vi a Galinhola no chão, imóvel entre mim e o
Don, correndo depois direita ao cão e, saindo na brecha mais improvável daquela
mancha! No final, os 3 tínhamos o cupo e muito para contar, muito para
recordar, jamais esquecerei estes terrenos, estas Galinholas 100% Portuguesas!
Sempre ouvi dizer que caçar às
Galinholas nos Açores não é igual ao Continente, que não tem o mesmo encanto,
que é mais fácil e não que tem a mesma piada, pois bem, agora tenho a minha
opinião, que contraria muito do que ouvi, e muito do que ouvi foi de caçadores
que nunca pisaram os Açores!
Os terrenos são duros, sempre
a subir, temperaturas altas comparativamente com as jornadas invernais no
Continente, altitudes elevadas, muita chuva, nevoeiro e humidade, terrenos
duríssimos de andar, as vacas sempre presentes em terrenos muito empapados,
fazem buracos que dificultam o caminhar a caçadores e cães! Nunca caí tantas
vezes por jornada, nunca me cortei tanto nas silvas, nunca saltei tantos muros
atrás das Galinholas! Nunca perdi tanto tempo para que os cães cobrassem as
Galinholas!
Se dão mais paragem é mentira!
Se andam menos a pés, é mentira! Se saem mais a descoberto é mentira! Se vimos
mais pássaros por jornada, é verdade! Tirando a densidade tudo o resto é igual
ao Continente, uns locais mais fáceis que outros como em qualquer lado, o
comportamento é o mesmo, astutas, esquivas, a saírem tapadas, e a caírem em
silvados enormes onde o cobro do cão é determinante para o sucesso do lance!
Destes 9 dias, nestas 9 ilhas,
recordo a amizade verdadeira, os belos jantares feitos em casa e acompanhados
noite fora pelas sempre presentes histórias e piadas do Zé, as paisagens inigualáveis, de caçar a ver o Mar e as outras Ilhas do Grupo Central, recordo o
cheiro a hortelã, que fazia de tapete e emanava de forma mais intensa quando
pisada a cada passo que dávamos, as gentes do campo mas hospitaleiras, as
fajãs, lugares magníficos erguidos junto ao mar pela perseverança do Homem, de
acesso mais ou menos complicado em intrincadas e apertadas curvas, e acima de
tudo, recordo os lances dos cães, a magia e experiência do Don imposta em cada
lance e os seus cobros magníficos, os 5 minutos de uma mostra do Jeep da Pedra
Mua (Chopin) que ficou cravado numa Galinhola até o Zé finalmente o conseguir
servir e, depois de 2 disparos, a incerteza desfez-se num cobro magnifico do
cachorro!
Agora venham as do Continente
que estas, são passado!