segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Próximas Ninhadas.

Tendo por base uma ideia muito vincada no que toca à cinofilia, onde consideramos que um bom Cão de caça não é sinónimo de um bom exemplar da raça, para evitar esse risco utilizamos reprodutores selecionados com provas dadas evoluídos e adultos, normalmente Campeões de Trabalho e Beleza e sobretudo com um grande património genético e que vêm acrescentar algo positivo, quer nos machos, quer nas fêmeas. Não criamos em quantidade, procuramos acima de tudo qualidade, focamo-nos em criar cachorros dentro das melhores linhas de Caça e Competição, trazer ao mundo um cachorro é algo de muita responsabilidade, em especial quando se tratam de Cães de Caça e de Galinholas, desta forma a nossa preocupação constante é a valorização da raça, criar com seriedade e sempre focados nos nossos princípios, onde imperam 4 importantes Critérios, são eles as qualidades naturais, a genética, a morfologia e o carácter, estamos convictos que um Cão pode e deve obedecer a todos eles!

A adoção ou compra de um animal de estimação deve ser sempre um ato ponderado, pois envolve muita responsabilidade. Lembre-se de verificar se ele corresponde ao seu estilo de vida e se você pode atender às suas necessidades, por vezes bastante restritivas, um animal de estimação não é um brinquedo descartável!

Pedra Mua é um Afixo reconhecido pelo CPC (Clube Português de Canicultura) e pela FCI (Fédération Cynologique Internacionale).

Qualquer duvida não hesite em nos contactar.

Veja aqui alguns vídeos dos nossos cachorros:
http://abeladama.blogspot.pt/2014/02/inka-da-pedra-mua-lady-7-meses.html
Click na foto para ver os filmes
pedramua@hotmail.com    Telf: 929042601 (PT 00351)
(custo da chamada para a rede móvel nacional)  

2025


Qapone da Pedra Mua X Ria da Pedra Mua

No mundo da caça e da competição, há momentos que ficam gravados na história e nas nossas memórias. A monta entre o Qapone da Pedra Mua e a Ria da Pedra Mua dois exemplares do nosso afixo, é um desses momentos especiais, que carrega consigo não só uma genética magnífica, mas também parte das nossas melhores recordações. Ambos representam a herança viva dos melhores exemplares que tivemos o privilégio e o orgulho de ser proprietários, cães que não só brilharam na caça e na competição, mas que também deixaram um legado marcante como reprodutores excecionais.


Por um lado temos o Qapone, um macho imponente que fez vários resultados enquanto Junior e ganhou a monográfica do Setter Inglês, ele herdou do seu Pai, Don VV, não apenas a beleza física, mas também a força, inteligência e instinto de caça, capacidades que o Don sempre transmitiu aos filhos e o Qapone não foi excepção.


Do outro lado, temos a Ria, uma fêmea de muita beleza, quer a nível fisico, quer na presença da caça. A Ria vem de uma linha igualmente prestigiada, com antepassados que deixaram marcas profundas no mundo da caça e da competição, filha do nosso grande campeão Internacional, Joost do Rio Parana e de uma das nossas melhores reprodutoras, a Rosi de la Solariega.

A monta entre Qapone e Ria é, portanto, mais do que uma simples monta, é o encontro de duas linhagens que carregam consigo o legado de alguns dos melhores exemplares que já passaram pelas nossas mãos e por Portugal, e que pretendemos naturalmente manter. A expectativa é alta, e acreditamos que os descendentes desta monta herdarão o melhor de ambos os progenitores, a força, a mentalidade, o caráter e, acima de tudo, a paixão pela caça.

Esta monta representa não apenas um passo importante para o nosso canil, mas também uma contribuição valiosa para a preservação e melhoria da raça em Portugal. Estamos confiantes de que os cachorros fruto desta monta continuarão a elevar o padrão de excelência que tanto nos orgulha.

Aguardamos com entusiasmo o nascimento desta nova geração Pedra Mua, certos de que o Qapone e a Ria nos vão presentear com exemplares que honrarão o legado dos seus antepassados e que continuarão a brilhar por esses campos.


Que a Sorte nos acompanhe.

Clique para ver o Pedigree da ninhada


2023

Leioandi Snow x Noche du Val de Ronceveaux

Com vários exemplares machos disponíveis para cobrir a Noche, a escolha recaiu num exemplar que cada vez mais me apaixona, Leioandi Snow, um exemplar muito Setter, dono de um nariz incrível, com uma capacidade olfativa fora no normal, e de uma beleza extrema que impõe a cada lance, alem de ser um cão com um importante Pedigree, pois é filho do Setter do momento., Laursen di Casa Letizia, é acima de tudo um cão equilibrado, com um excelente caráter, e isso é algo que pensamos sempre quando fazemos uma monta. 
A Noche é uma fêmea de importante genética, estilista e de grande andamento, de excelente caráter e uma das companheiras de caça do meu irmão, uma cadela que já competiu e que agora desfruta somente da caça.
Esperemos agora que a sorte acompanhe esta monta.

              Noche du Val de Ronceveaux                               Leioandi Snow 


Snow em treino com 2 anos.
Clique para ver o pedigree desta monta
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Tr Unic de la Solariega x Tracy Del Zagnis 
Uma monta projetada desde o dia em que adquirimos o Unic de la Solariega, pois este é filho e a Tracy del Zagnis é neta, do Campeão da Europa de Grande Busca, Nolo Del Zagnis, uma consanguinidadeequilibrada do Nolo, talvez o melhor Setter de competição dos últimos 20 anos. 
Temos grande expectativa nesta monta, pois a qualidade dos 2  exemplares é inegável e a genética impressionante, e daqui se a sorte nos acompanhar, sairão certamente cachorros de muita qualidade.

Clique para ver o pedigree desta monta

2022

Muita, muita ilusão - Joost do Rio Parana x Tracy de Zagnis


A Ilusão é imensa, uma monta muito esperada, dada a qualidade dos 2 exemplares, tudo o que há de bom na genética do Setter Inglês moderno, está condensado neste cruzamento, vários Campeões da Europa de Grande Busca, inumeros Campeões Internacionais e Campeões reprodutores imperam neste pedigree fenomenal.
Esperemos que a sorte nos acompanhe até ao final.

Tr. GQ, Ch IT GQ Joost do Rio Parana x Tracy del Zagnis


Clique para ver o pedigree desta monta

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Ninhadas 2019
Mais de de 3000 km realizados para concretizar o sonho de cobrir uma cadela de grande qualidade a Lys, com aquele que considero ser o melhor Setter de Galinholas dos últimos anos, assim como o mais completo e polivalente. Um cão que ganhou o campeonato da Europa de Galinholas, a Clochette de Ouro, e é Campeão de Grande Busca, Busca de Caça e Primavera, impondo a sua enorme qualidade, e vencendo em praticamente todas as disciplinas, sendo também um excelente reprodutor, já com vários filhos campeões em várias disciplinas, da Grande Busca às Galinholas. 
Estamos a meio de um sonho, esperamos agora que a sorte não nos abandone.
Um muito obrigado ao Mr. Dayde Didier Proprietario do Gadjet, pela sua simpatia e ajuda em todo este processo.


Palmarés do Gadjet:
Campeão da Europa de Galinholas 2014
Vencedor da Clochette d'Or 2016 (Galinholas)
Vencedor l'Echelle des Valeurs Bécasse 2014
Vencedor do Open de França de Grand Busca 2016
Vencedor do Challenge Normandie-Bretagne 2016
Vice Vencedor do Open de França de Busca de Caça
Campeão de Primavera (TR)
CH P , CH T ,CH IT ,CH GQ, TR, TR GQ, CH ITGQ
Clique para ver o Pedigree Virtual desta Ninhada 



Ninhadas 2017
Para 2017 temos projectadas 2 montas muito especiais, daremos mais detalhes em breve.


Íris de la Vallée du Pairon X Leioandi Ciro



Mais uma grande aposta numa monta onde depositamos uma enorme expectativacruzamos a nossa cadela Íris de la Vallée du Pairon com o Campeão da Europa de Grande Busca Leioandi Ciro, filho do Dendaberri Jai, Campeão da Europa de Galinholas e neto do Palaziensis Rambo que dispensa apresentações, o que se pode pedir mais!?

Segue o Pedigree virtual desta ninhada:


Agradeço uma vez mais ao Amigo Iñaki, que foi incansável em todo este processo!

Agora esperamos que a sorte nos acompanhe e que tudo corra bem com esta monta.

Leioandi Ciro Ch
(*Dendaberri Jai x Tali)
Campeão da Europa de Grand Busca 2014
Melhor cão da semana Pointer Clube 2014
Melhor cão da semana Setter Clube 2014
Vencedor do Troféu Barahona 2014
Vencedor da Taça Espanha 2014
Selecionado para o Copa Europa 2014
Selecionado para o Campeonato Europeu Setter de 2014
Vencedor do Top 10 - 2013-2014 Grand Busca
Melhor cão das provas de inverno Setter Clube 2013
Selecionado para o Campeonato Europeu Setter de 2013
Vencedor da Nevette em França 2012

*Dendaberri Jai Tr
(Palaziensis Rambo x Umblana del Cavaldrossa)
(Ch W0F/ICH, IT T, ITF, Camp. Tr. (Ch GQ)
Campeão da Europa Galinholas 2013  
Trialer Caça Prática Galinholas em Espanha, França, Lituânia.
Trialer Montanha  (Saladini Pilastri - Itália) - Trialer  Busca de Caça - Trialer Primavera. 
Selecionado Campeonato Europa Busca de Caça 2012
Selecionado Campeonato Europa de Montanha 2012
Selecionado Campeonato Europa Caça Prática 2011 
Selecionado Campeonato Europa Busca de Caça 2011 

Galardoado Entre os 4 melhores cães PAN do Setter Clube Espanha 2008 
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OS NOSSOS EXEMPLARES.


Mais do que um Cão, uma Paixão!!! 


O afixo Pedra Mua nasceu no inicio do século, fruto da Paixão pela caça e consequentemente por uma outra grande Paixão, os Cães de Parar, nomeadamente pelas Raças Britânicas, e pela necessidade em darmos resposta aos consecutivos pedidos de cachorros filhos dos nossos exemplares, de proporcionarmos a outros, as mesmas emoções que sentimos ao caçar com exemplares de grande eficácia, beleza e estilo, de colocarmos à disposição de Amigos e
admiradores da qualidade dos nossos cães, cachorros que demonstrassem as mesmas qualidades naturais e sobretudo o grande equilíbrio mental e a imensurável Paixão pela caça que apresentam os nossos exemplares. 

Tendo por base uma ideia muito vincada no que toca à cinofilia, onde consideramos que um bom Cão de caça não é necessariamente sinónimo de um bom exemplar da raça, para evitar esse risco utilizamos reprodutores selecionados, normalmente Campeões de Trabalho e Beleza e sobretudo com um grande património genético e que vêm acrescentar algo de positivo à raça. 

Procuramos acima de tudo qualidade, focamo-nos em criar cachorros dentro das melhores linhas de Caça e Competição, trazer ao mundo um cachorro é algo de muita responsabilidade, em especial quando se tratam de Cães de Caça e de Galinholas, desta forma a nossa preocupação constante é a valorização da raça, criar com seriedade e sempre focados nos nossos princípios, onde imperam 4 importantes Critérios, são eles as qualidades naturais, a genética, a morfologia e o carácter, estamos convictos que um Cão pode e deve obedecer a todos eles!

O inicio do projeto, teve como base um magnifico Cão, o Faruck, um exemplar Pointer Inglês, que demonstrou desde cedo uma apetência invulgar para a caça das Galinholas, disciplina onde revelou todo o ser carácter, paixão e mestria. Vencedor em 2007 do troféu Melhor Pointer Caça-prática do Clube Portugês do Pointer, e indicado pelo CPP
 para as selectivas para o Campeonato do Mundo de Caça-Prática na Croácia, foi a partir daqui que iniciámos este projecto. posteriormente dedicámo-nos apenas a uma raça, o Setter Inglês, e foi aí que nos destacámos, inicialmente através de um grandíssimo exemplar, um dos melhores Setters de Galinholas que o nosso país já viu, Don VV, que se destacou também por ser um enorme reprodutor, sendo Pai, dos melhores Setters de caça que estão em actividade em Portugal, como também é o progenitor do melhor e mais completo Setter de Competição, Icone da Pedra Mua, um exemplar campeão de Trabalho e Beleza, vencedor em Várias disciplinas em Portugal e no estrangeiro, desde as Galinholas, Caça-Prática, Grande Busca e Busca de Caça.
As montas são pensadas e rigorosamente selecionadas, criamos com Paixão e qualidade, nunca em quantidade, pelo que, dispomos ocasionalmente de cachorros para ceder.
Sendo que o nosso foco são os cães de linhas de caça e em particular Cães de Galinholas, optámos por adquirir grandes reprodutores, Campeões de Trabalho, ou realizar montas no estrangeiro com os melhores exemplares do momento, optámos ainda por adquirir fêmeas filhas de exemplares das melhores origens e descendentes de campeões internacionais de trabalho, como a Areta del Baldio uma filha do MIRO' e neta do RADENTIS D'ESPANA a Shiva, uma filha do BIG JIM cruzamos ambas com o DON VV a Naja da Pedra Mua, uma filha do LEIOANDI CIRO, a Rosi uma filha, NOTADO DELLA VECCHIA IRLANDA e neta
do
 RADENTIS NOMAR e do PICASSO a Noche uma filha do IDEM DES BELLES DU CAUSSE e neta do Grande DESIANENSIS LINUX a Tracy del Zagnis, uma filha do NITRO DEL ZAGNIS e neta dos Campeões da EuropaNOLO DEL ZAGNIS e CITA DEI SCAINI , uma filha da FELINE DE CAZAOUS a Lys  com quem cruzámos com o grande GADGET DU GOURG D'ENFERa Iris, com quem cruzámos com o Campeão da EuropaLEIOANDI CIRO e com o nosso Campeão 
ERNESTO DEL ZAGNIS.
A qualidade de fêmeas, associada a uma escolha seletiva nos machos, 
revelou ser a aposta certa. 

Recebemos constantemente o melhor feedback dos amigos que caçam ou competem com exemplares Pedra Mua, o que reforça a confiança no nosso trabalho. 
É, por isso, com enorme orgulho que vimos o primeiro exemplar Setter Inglês, nascido em Portugal a disputar um Campeonato da Europa de Galinholas, ter o Afixo Pedra Mua.

Pedra Mua é um Afixo reconhecido pelo CPC (Clube Português de Canicultura) e pela FCI (Fédération Cynologique Internacionale).


                                   Machos:                                   
                        

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Tango da Pedra Mua

Data de Nascimento:15/05/2023
Raça: Setter Inglês
Cor: Tricolor Fígado



Origem: Portugal
Genética: Sangue 100% Italiano 
Descrição: Exemplar filho do TR BC Unic de la Solariega com a Tracy del Zagnis uma consanguinidade muito interessante do TR. CH IT GB e Campeão da Europa, Nolo del Zagnis, este foi um exemplar que nos apaixonou desde muito cedo, e que decidimos e bem apostar nele. em 2024, proclamou-se Vencedor da Monográfica do Setter, e melhor Britânico em Caça Prática, ambos na Classe Juniores. 
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Tarot da Pedra Mua

Data de Nascimento:31/07/2023
Raça: Setter Inglês
Cor: Branco e Fígado

Origem: Portugal
Genética: Sangue 83% Italiano 
Descrição: Exemplar filho do Leioandi Snow com a Noche du Val de Ronceveaux.  Decidimos readquirir este exemplar excepcional, devido à sua grande qualidade e estilo Setter, verdadeiramente felino. Este foi um exemplar que nos apaixonou desde que recebemos os primeiros vídeos, enviados pelo seu anterior proprietário, um Grande Amigo, que teve a gentileza de nos ceder o Tarot. Será agora um membro da equipa Pedra Mua e um futuro reprodutor.

                                   Fêmeas:                                   


Clique na foto para ver o Pedigree
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Naja da Pedra Mua

Data de Nascimento:01/07/2017
Raça: Setter Inglês
Cor: Branco e Laranja
Origem: Portugal
Genética: Sangue 92% Italiano 
Descrição: Esta foi a escolha natural da monta realizada entre a Iris de la Vallé du Pairon e o Campeão da Europa de Grande Busca, Leioandi Ciro, um dos melhores reprodutores de Espanha que por sua vez é filho do Trialer e Campeão da Europa de Galinholas, Dendaberri Jai, filho do Palaziensis Rambo.  Toda a genética desta cachorra é cativante, assim como o seu carácter equilibrado, é neste momento um ícone do canil, uma verdadeira especialista nas Galinholas.

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Ria da Pedra Mua


Data de Nascimento:18/05/2021
Raça: Setter Inglês
Cor: Branco e Preto (BlueBelton)



Origem: Portugal
Genética: Sangue 87% Italiano 
Descrição: Este exemplar nasceu em casa, da monta realizada com a Rosi, e não podíamos deixar passar sem ficar com uma filha dela, pois queremos manter esta genética, filha do nosso reprodutor Ch It GB Tr Gb Joost do Rio Parana, esta cadela tem um carater muito interessante assim com uma boa morfologia, é uma cadela muito estilista, fazendo parte da nossa equipa de caça.
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Twiguy des Remises D'automne

Data de Nascimento:15/03/2022
Raça: Setter Inglês
Cor: Branco e Fígado


 

Origem: 
França
Genética: Sangue 100% Italiano 
Descrição: 
Numa incessante procura por genéticas que nos apaixonam, de forma a darmos continuidade ao nosso trabalho na criação de Setters de qualidade, onde de forma alguma descoramos a morfologia, decidimos ir a França, adquirir uma jovem cadela, com uma morfologia e qualidades naturais muito interessantes, e um carater espetacular.

Quanto à genética, foi algo que nos apaixonou logo de início, pois neste pedigree tem um pouco de tudo, exemplares de Grande Busca, com resultados em beleza, como por exemplo o seu pai, Desianensis Aramis, Campeão internacional de Trabalho, onde disputou o Campeonato da Europa de Grande Busca, e Campeão Internacional de Beleza, um dos Setters modernos mais titulados.

Com esta cadela, estamos convictos do caminho que traçámos no que toca à criação, elevando a qualidade e diversificando o sangue, mantendo os padrões de qualidade dos progenitores.

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Mais informações:

00351 929 042 601
 
(custo da chamada para a rede móvel nacional)  
00351 929 042 601 
pedramua@hotmail.com 


Setter da Pedra Mua, mais do que um Cão, uma Paixão!


segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

O melhor momento de sempre!

Com já vários lances de grande emoção este ano e outros anteriores, este superou todos eles, ao ponto de pensar constantemente no momento vivido.
A manhã era como tantas outras deste ano, não muito fria no meio de uma aberta entre dias de mau tempo. O terreno é de calhau rolado, onde provavelmente já correu água, vá-se lá saber se salgada ou doce, agora nascem estevas tão do agrado do pássaro.
O pássaro, esse já era conhecido, pois já tinha sido parado e errado uma vez, desta não sabia o que esperar, pois não estava certo se da ultima vez a tinha chumbado, rezava para que não.
Sabia onde ela gostava de estar, numa zona de estevas num planalto, o cão antes de lá chegar remonta com muita beleza e segurança e pára numa zona de muito bom aspecto, mas ao soar do beeper saem duas perdizes, já andam em casal, preparando-se para procriar, pelo que não atirei.
Levo o cão para a zona onde ela gosta de estar, pensando se o pássaro estaria ou não lá, se não estivesse é porque muito provavelmente a teria atingido e não a tinha cobrado, mas o Faruck a uns 40 metros do local habitual, começa a remontar e fica parado junto das estevas, eu rapidamente dou a volta e meto-me de frente para o cão, enquanto o beeper entoa aquele som indescritível, qual banda sonora de um bom filme, o cão não mexia, imóvel com o pássaro controlado que estava entre nós os dois, por entre as estevas vislumbrava o branco do cão, o pássaro de certo sairia para o meu lado e assim foi, sai direito a mim, fazendo aquele barulho típico das Galinholas que saem das estevas “pápápápápá” de repente vê-me e tipo avião da 2ª guerra faz uma manobra evasiva a não mais de 2 metros de mim, vira rapidamente mostrando-me o peito, o bico, as cores lindas que ostenta, deu para ver as risquinhas do peito, as penas brancas do rabo e se anilha tivesse quase dava para ver as inscrições, talvez hipnotizado por tamanha beleza e, depois de inverter a marcha e ter rodado novamente para cima do cão, erro-a com dois tiros, não queria acreditar que tinha errado aquele pássaro, tão bem trabalhado pelo cão. Que lance tão belo, tão intenso e especial, espero agora que ela se apresente mais uma vez e, que da próxima me dê com abate ou sem ele a mesma emoção que deu neste, porque, como dizem os bécassiers franceses, “caçar o mais possível, matando o menos possível” pois nada melhor que este lance para provar que também se têm emoções fortes mesmo sem haver abates, embora sinceramente este lance com outro final tivesse um outro sabor.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Com cheirinho a Natal.

A manhã despertou tardiamente, fruto de um céu escuro e chuvoso mas com cheirinho a Natal.
Por norma todos os anos dá-me um gostinho especial caçar neste dia, talvez o espírito se apodere de mim, talvez o facto de ter a família em casa a passar as festas e, levantar-me cedo antes de todos os outros, pegar no cão e ir para a caça tenha um sabor algo diferente.
Foi o que fiz mais uma vez, confesso que a noite foi mal dormida, sonhando e pensando no pássaro, por estranho que pareça pois a época já vai larga e o pássaro ainda me consegue tirar o sono. Tinha a forte convicção que este temporal tinha mexido com as Galinholas, que elas encostariam em zonas de pinhais velhos e mais abrigados para passarem por este mau tempo.
A volta seria a mesma, sozinho com o cão, equipado para a chuva pois essa sem dúvida estaria presente pela manhã e lá começamos nós.
Entro na mancha pelos passos do costume, o cão esse, já sabe a volta que tem a fazer, faz os cantinhos dele um a um, pois também ele tem as suas preferências, também ele sabe das crenças e dos pontos mais quentes, não mais de 10 minutos e já tocava o beeper, numa zona limpa, o que confirmava as minhas expectativas, mas não saía nada, tinha levantado pouco antes do cão ficar parado, mas pela forte expressão do cão dava para ver que aquele pássaro era real, era a minha vez de pensar, meti o cão nas zonas que sentia que ela poderia agora estar, ao longe vejo um pássaro a voar, mas dada a distancia não consegui descortinar o que seria, a minha ideia seria entre um melro e uma Galinhola mas, mais a atirar para o melro, continuei na procura daquele pássaro em particular, pois sabia que estava por ali algures, mas que não seria fácil pois era uma pássaro que entrara nessa mesma noite, não dominava o terreno e andava de levante à nossa frente, num típico comportamento defensivo.
Chegando ao fim da mancha e nada de pássaro, dou a volta e faço o terreno no sentido inverso e mais junto da extrema e para a zona que se tinha dirigido o suposto melro, é aí que o Faruck a pára por poucos instantes até que ela sai larga antes de me aproximar do cão, ainda atiro mas não lhe toco, mas pelo menos confirmava a minha ideia e a do cão que certamente não precisava de a ver para saber que ela existia. Vou então à procura dela, com a certeza de a encontrar novamente, pois o cão é muito forte na rebusca das Galinholas, não mais de 3 ou 4 minutos e aí estava ele parado com ela, acerco-me do cão mas já estava nas nossas costas, sai mas ainda assim larga cai ao primeiro tiro, pouco depois vinha o Faruck com ela na boca a dar ao rabo, para ele era também uma alegria, olhei para o relógio, tinham passado 45 minutos, três quartos de hora no encalço de um pássaro que nem eu nem o cão tínhamos visto, mas sabíamos ambos que ela estava por ali.
A volta agora seria a minha volta do costume, decido ir ver uma pontinha de mato que costuma meter um ou outro pássaro nas entradas, esta época já lá tinha morto uma, o cão caçava ao seu ritmo, forte como se não houvesse mato, faz um rasto e pouco depois fica parado, o pássaro sai largo mas é abatida facilmente e cobrado com a alegria do costume, estava radiante, 2 pássaros no sapatinho.
Tive ainda um outro pássaro, uma velha conhecida que já foi parada e errada varias vezes, o cão desta vez parou-a por 2 vezes, por duas vezes que se ouvia o beeper interromper o soar do vento nos pinheiros, mas pelas duas vezes que quando lá chego o pássaro já não estava lá, a zona é fechada complicada de andar, não lhe meti os olhos em cima em nenhuma das vezes, fica para outra faena.
No caminho para o carro, vinha a pensar, pensamentos típicos de quem anda a gosto no campo e tem dois pássaros cobrados. Olhei para o cão e via-o correr com aquele galope alegre dele, feliz, mesmo feliz, com a felicidade de quem gosta do que faz, alheio ao frio, à chuva, ao tojo e terrenos difíceis, eu pensava no que leva alguém a levantar-se da cama numa noite fria e chuvosa para ir para o campo, sinceramente não sei explicar, talvez quem sinta o mesmo que eu me entenda, mas de certo muitos acham-me maluco, acham que um pássaro tão pequeno de bico cumprido não vale tanto esforço, mas enquanto sentir o latejar do coração nas mãos serradas que seguram a minha bela justaposta quando a adrenalina se apoderar de mim ao soar do beeper, irei para o campo como se fosse sempre uma abertura!

Bom Natal e votos de boas caçadas a todos.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

A beleza do primeiro abate.

A pedido de alguns dos seguidores do meu Blog, regresso aos meus relatos sobre as minhas jornadas, pelo menos um deles não precisa dos meus relatos, pois vive a meu lado os lances, ou melhor vivemos os lances um do outro, com entrega e respeito.

Após algumas jornadas desfrutando ao máximo de lances magníficos, aqui fica com um certo atraso o relato da jornada com o primeiro abate da época, aquele que fala sempre mais alto, pois são meses de espera, de angústia e, mais perto até alguma ansiedade pelo primeiro levante.
Com umas tantas jornadas precoces deu para ver que a época era sem dúvida uma época que começariam cedo os levantes, em Outubro já se ouviam noticias de levantes e no inicio de Novembro de abates, cedo também eu constatei que seria uma época diferente.
Na segunda jornada errei o primeiro pássaro parado pelo cão, numa manhã em que me parou 3 Galinholas e não logrei nenhum abate, apenas o companheiro abriu a época, eu fiquei a zeros, dando apenas para ver que os meses de interregno não levaram ao Faruck o seu jeito natural para encontrar, trabalhar e parar Galinholas pois, após tantos meses pára 3 Galinholas de entrada, sempre mais difíceis de parar e controlar, como se fossem pássaros de final de época, infelizmente duas não consegui sequer atirar e outra delas parada numa limpa a uns 200 metros de mim, que depois de bem bloqueada e com o beeper a tocar incessantemente, saiu-me a beijar o chão limpo, quase como um coelho, ainda lhe toquei com o único tiro que fiz, quase que caiu mas vá-se lá saber porquê ganhou fôlego e rodou para trás e foi passar a jeito do companheiro que a meteu no chão, e que assim abria a época, nesse dia o cão ainda me parou uma das de manhã novamente numa limpa, mas desta vez nem sequer deu para me aproximar, saindo o pássaro largo.

Bem mas deixando para trás momentos de gloria para o pássaro relato então a minha terceira jornada, a que fiz os primeiros abates.
A manhã era como tantas outras, com o coração cheio de convicção, a convicção que me faz levantar cedo para ir para o campo, a forte convicção de que viverei novamente momentos que só um “Becadero” entende. Desta vez sozinho no campo, acompanhado apenas pelo cão, como tanto gosto, fazendo as coisas somente à minha maneira dando as voltas a gosto, vivendo os lances na sua totalidade.
Comecei nem sei porquê um pouco mais acima da mancha habitual, mal saio do caminho e meto o cão na mancha, este começa a fazer um rasto muito forte, conhecendo o cão como eu conheço, percebi o que seria, não queria acreditar, um pássaro a abrir o pano, o cão alheio dos meus pensamentos fazia o trabalho dele, mas perderia o rasto do pássaro, àquela hora da manhã isto por vezes é normal, pássaros de entrada na borda de um caminho que ficam ali mal se mexem não deixando muitas pistas para o cão trabalhar, mas cada um saca os Galões que tem, foi o que fez o Faruck, fazendo então um lance digno de registo, o terreno é uma espécie de chapada ligeiramente a subir, o cão na base da mesma perdendo o rasto faz à velocidade alucinante dele um lance até ao cimo do terreno no limite do mato, vindo a lancear da direita para a esquerda direito a mim que estava na zona inicial onde ele sentiu o pássaro, a não mais de 20 metros de mim o cão faz uma derrapagem, ficando parado virado para o lado oposto de onde vinha, um pinheirito pequeno e um tojo mais alto escondiam um pássaro cansado da viagem que teimava em não sair, o som do beeper tocava conta de mim, ajeitei-me e o pássaro sai de uma forma atabalhoada, nitidamente fruto do cansaço, abatida ao primeiro tiro. 3 Minutos não mais, 3 minutos à Faruck e a nobre sensação do primeiro cobro da época, jamais esquecerei este lance, a inteligência do cão, que após ter perdido o rasto usou a cabeça e fez toda a mancha para encontrar um pássaro que ele sabia que estava ali.
Passado não mais de 5 minutos ali estava ele novamente parado, com uma das conhecidas dele, como velhos conhecidos defrontavam-se novamente, desta vez parada bem longe, o cão guiou mais de 30 metros de cabeça no ar, ainda assim o pássaro sempre a pés levanta-me larga, eu erro-a e vejo-a ir morrer indignamente nas mãos de um coelheiro, por estranho que possa parecer e sem me sentir melhor que ninguém, senti pena, quase luto por aquela Galinhola, por ter morrido de uma forma indigna e sem história, olhei pelo canto do olho e vejo o pássaro enpiolado pela cabeça, manchando de sangue umas calças camufladas, um triste cenário! Um forte suspiro e lá continuei lamentando a perda.
Era hora de pensar o resto da jornada, decido ir ver uma zona de entrada, que mete uns pássaros na entrada, o cão esse conhece cada tojo, cada pinheiro, e cada cantinho que a Dama gosta de se esconder. Imbuído nos meus pensamentos desperto com o Beeper a tocar, ali esta mais uma, acerco-me do cão e ele sai a guiar ficando novamente parado com o pássaro, sai tapada e erro-a, uma asneirada forte e a convicção de que o cão a encontrava novamente, pois bem não mais de cinco minutos e aí estava ele novamente com ela no nariz, perfeitamente controlada desta vez abatida ao primeiro tiro, não consigo descrever o que se sente ao ver o cão com ela na boca, é algo surreal, quase mágico, há tanto que não sentia esta emoção.
Mais umas voltas para tentar fazer as 3, e numa zona de tojo serrado, duríssimo para caçadores e cães, o cão faz a mancha toda no esconde e encontra com mais um pássaro, o rabo parecia uma ventoinha que só roda assim quando ele tem uma Galinhola pela frente, eu colado ao cão de mãos cravadas à arma esperava que ela saltasse a qualquer momento, mas não o cão bloqueia a Galinhola junto a uns pinhos pequenos, beeper a tocar, sentia o coração a latejar nas mãos que fortemente seguravam a arma, o cão, esse nem mexia, eu sabia para onde ela ia sair, só podia ser por ali, e sai mesmo, erro-a com os 2 tiros, não queria acreditar, como é possível isto, saiu-me até boa. Este pássaro curiosamente foi parada mais 2 vezes pelo cão mas sempre sem me deixar sequer atirar, até que algum coelheiro a deve ter abatido, deixei depois de a ver.
Uma jornada repleta de lances magníficos 2 abates e um trabalho de mestre do cão, que qual Vinho do Porto, melhora com os anos.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Vendo Pointer com experiencia em Galinholas.

Pointer Preto unicolor com 3 anos metido na caça Brava e com experiencia nas Galinholas. Com LOP e Afixo. Excelente nariz e morfologia, ligado e a caçar sem colar eléctrico.































quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

O cão pára a Galinhola ou a Galinhola deixa parar o cão?

Quem pára quem?
Esta é uma duvida que assiste a muito caçador, serão os cães, os verdadeiros cães de Galinholas capazes de Parar as Galinholas todas ou nas circunstancias normais quase todas, tendo uma efectividade muito elevada, ou serão as Galinholas que se deixam parar pelos cães?
Eu penso que tudo tem a ver com a qualidade do cão, do seu nariz sensível e de uma inigualável experiencia nesta caça adquirida ao longo de anos de caça que, há mais pequena emanação, é capaz de a trabalhar e entrar em mostra com uma firmeza e convicção inacreditáveis. Claro que há galinholas que não se deixam parar, ou em condições ditas normais não se deixam parar, mas por vezes nestas situações cabe-nos a nós caçadores alterar a situação e dar uma perspectiva nova do lance ao cão, por vezes num pássaro arisco o simples facto de entrar-mos pelo lado oposto da crença faz toda a diferença e surpreendido já suporta uma mostra, pois o seu caminho favorito de fuga está agora “tapado”, sendo que estes exemplos são felizmente muito poucos.
Pelos cães que tenho acompanhado, alguns de muita qualidade, pelos cães que tenho, é com forte convicção que penso ser o cão quem domina o lance e não o contrário, são os cães que param as Galinholas e não as Galinholas que se deixam parar pelos cães, isto porque uma galinhola não escolhe um cão de entre muitos para a parar, pois que motivo há então se assim não fosse, um determinado cão meter um pássaro no ar e, outro cão parar logo a seguir esse mesmo pássaro, num segundo lance sempre mais complicado?!
Estas opiniões são muito pessoais, em conversa sobre este tema com Amigos Becaderos cheguei a uma conclusão muito curiosa, os que têm bons cães, pensam da mesma forma que eu, os que têm cães mais fracos nesta disciplina, mais novos ou inexperientes, são da opinião contrária, ou seja a opinião que temos baseia-se no cão com que caçamos, se é bom, forte e efectivo é o cão que domina o pássaro e o lance, se o cão é mais fraco damos a desculpa mais ou menos sincera de ser o pássaro que determina o lance e o seu desenrolar.
Acima de tudo o importante é divertirmo-nos com mais ou menos cão!

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Extra Galinhola Caça&cães de caça

Já está nas bancas e numa iniciativa do Grupo V, editora da revista caça&cães de caça, uma edição especial totalmente dedicada à Galinhola. Esta edição denominada EXTRA GALINHOLA vem acompanhada por um Filme DVD com belas imagens de caça a esta espécie, em Espanha e na Turquia.
Ficam os tópicos da edição Extra.



4 Cartuchos para a caça à galinhola
Benelli Montefeltro Beccaccia
Outras raças para caçar galinholas?
Subtilezas da galinhola
Fabarm Gamma Paradox
Galinhola: Uma espécie esquecida em Portugal continental
Galinhola: resumo da espécie e da sua caça
Seguimento de galinholas por radiotelemetria via satélite
O melhor equipamento para o caçador de galinholas
Determinação do sexo e idade nas galinholas
Setter Inglês
Coleiras beepers e localizadores
A tecnologia e a caça à galinhola
Galinholas do meu encanto!
Truques e estratégias para caçar galinholas
Melhore o comportamento do cão na caça às galinholas
Como caçam os especialistas na caça à galinhola