Sábado marcou a última jornada de uma época longa. Contra todas as probabilidades de sucesso, e já em plena depressão Marta, decidi ainda assim ir ao campo. Saí mais tarde do que o habitual, procurando evitar o período mais duro de chuva e vento entre as 8h e as 9h, acabando por chegar ao couto por volta das 10 horas.
Enquanto aguardava ajuda para me tirarem daquela situação, ainda houve tempo para caçar. E foi nesse intervalo inesperado que consegui cobrar uma galinhola, que acabaria por ser a última da época, um fecho simbólico para mais um ano vivido no campo.
No fim, fica a história para contar… e mais uma galinhola na memória. Porque, mesmo nos dias que correm mal, a caça continua a dar-nos aquilo que mais importa: experiências que ficam.

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