quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Uma a Uma...


Lembro-me ainda muito criança de ir com a minha avó logo muito cedo ainda no lusco fusco para a porta do supermercado, era o tal que vinha da Noruega, o Bacalhau, que prendia toda aquela gente que impacientemente esperava de pé a abertura do supermercado esperando o seu quinhão, eram anos de escassez que faziam com que os portugueses ficassem horas a fio plantados de pé aguardando que assim que chegasse a sua vez ainda houvesse um velho amigo para levar para casa, não haviam outros peixes? Haver, havia mas não era a mesma coisa! 
Esta época de Galinholas está a fazer-me lembrar esses tempos, levanta-mo-nos cedo, fazemos Km sem fim para estar cedo no campo para procurar um pássaro que nesta época pouco se vê, não haverá outras espécies que permitam mais lances, mais tiros? haver até há, mas não é a mesma coisa!
Pois bem esta época de poucos pássaros vais separar os verdadeiros amantes das Galinholas daqueles que apenas as vêm como uma qualquer espécie! Será uma época de se fazerem jornadas pássaro a pássaro e quem tem bons cães terá obviamente outros resultados!
Segunda jornada com Galinholas segunda jornada com abates, a Shiva a inventar esta época vários lances com Perdizes Bravas e intercalando com um ou outro pássaro andarilho e de bico comprido, e a Elma com a sua primeira Galinhola, o Don ainda sem se estrear, já com pássaros parados mas infelizmente errados por mim.



1 comentário:

João Matos Pereira disse...

Boas Jorge!

Isto não está fácil. Apenas duas idas ao campo e só um pássaro visto. Saiu tão longe que nem deu para atirar.
Como dizes, por um lado é bom para separar o trigo do joio: anda por aí muito "becadero" de ocasião à conta do ano passado excelente que tivemos e da falta de outra caça.
Um abraço e boa época becadera!!!

João Pereira